03 dezembro 2015

Zika Vírus



Com o recente surto de microcefalia em bebês, tornou o zika vírus o micro-organismo que até então era considerável responsável apenas por uma doença mais simples, de fácil resolução mas uma grande preocupação para todos os brasileiros, principalmente para as gestantes.

Em Pernambuco e Sergipe já decretaram estado de emergência por conta do número de casos e óbitos, mas todo o Brasil segue em alerta, especialmente as regiões norte e nordeste.

O zika vírus encontrou no mosquito Aedes eagypti a sua principal transmissão.

O inseto é o mesmo que carrega os micro-organismos causadores da dengue e da chikungunya.

Existem estudos que apontam que a doença possa ser transmitida de outras formas além da picada do Aedes aegypti.
  • Além da picada do inseto; 
  • A transmissão da gestante infectada para o feto;
  • Já foram encontrados traços do vírus no sémem (o que pode indicar a possibilidade de transmissão por relação sexual);
  • No leite materno;
  • E também estão estudando como possibilidade as transfusões de sangue; 
  • Em outras secreções, como suor ou saliva, ainda não há evidências positivas ou negativas, portanto ainda não se pode afirmar.

Para saber se a pessoa foi infectada deve ser feito um exame de sangue que identifica o zika vírus, mas somente no período em que ele está ativo no organismo. Normalmente entre o 1º dia e o 5º dia da infecção.

Ainda não existe um exame de sorologia que identifique se a pessoa ja foi infectada em algum momento. 

Especialistas estão trabalhando para desenvolver essa sorologia o quanto antes.

Infelizmente a pessoa pode ter sido infectada e nem saber que foi.

Ainda não se sabe exatamente quais são as chances de que esses tipos de contaminações aconteçam, pois os estudos do zika vírus ainda são poucos e poucos abrangentes, mas mesmo assim, é importante que você conheça os riscos e mantenha-se alerta.

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