21 dezembro 2015

Portal japonês - Torii 鳥居


O Torii (em japonês 鳥居) é uma estrutura típica da tradição xintoísta, ele representa à entrada de um santuário ou também a entrada de um local considerado sagrado.


O Torii é composto por dois pilares verticais, usado no topo por uma trave horizontal (kasagi), geralmente mais larga que a distância entre os postes, sobe a kasagi ha outra trave horizontal, (nuki) que une dois pilares.

O torii feito em madeira geralmente é pintado de vermelho, segundo a tradição japonesa, a cor vermelha tem o poder de espantar doenças, também existem os feitos de pedra, bronze e outros aparatos.

Dependo daquele que é o santuário assim como a divindade a que está associado, podem-se verificar múltiplas variações daquela que é a estrutura básica.

Quanto à origem deste que é um dos objetos de culto mais apreciados pelos japoneses, não se sabe.

No entanto, estes são possuidores de uma enorme simbologia, já que representam a separação do mundo dos homens do mundo dos espíritos (kami).

Um dos mais apreciados e representativo desta simbologia, é o torrii do Santuário Itsukushima, localizado na província de Hiroshima, considerado um lugar sagrado, devido ao costumo xintoísta, assim como a adoração pela natureza, o santuário foi vedado aos olhos dos mais curiosos, desde tempos remotos, permanecendo fiel àquelas que são as suas crenças. 

Pensa-se que a sua fundação terá sucedido à volta de 593 d.C., apesar de só se ter oficializado alguns séculos mais tarde. 

Admirado aos longos de séculos, muitos acreditam que a sua existência influenciou o sucesso de muitos políticos e militares que aí prestavam culto.

Contudo, aos longos dos anos tem sofrido alguns danos, de ordem natural, que tem conduzido a múltiplas reconstruções nas últimas décadas.

Em alguns santuários podemos encontrar uma grande quantidade de torii enfileirados, formando um túnel bastante longo, esses torii são menores com aproximadamente dois metros de altura, são doados por devotos, como gratidão por saúde, prosperidade etc...

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